As evidências históricas e Arqueologias atestam a confiança que os crentes têm sobre a Bíblia?

Apologética

A Bíblia responde...

A Bíblia Sagrada é um livro único, sendo ano após ano, o best-seller nº1 no mundo. Reivindica para si a inspiração de Deus mais de 2600 vezes, mas quão credível e atual é ela? Em 1947, foram descobertos aqueles que são hoje conhecidos como os manuscritos do mar morto. Quem sairia confirmado? Os que defendiam a fiabilidade da Bíblia ou aqueles que tinha a certeza da sua caducidade, da sua falsificação e deturpação?

Os rigorosos copistas judeus medievais (Massoretas) assumiam o compromisso de transcrever fielmente o texto sagrado, preservando-o de erros, omissões ou acrescentos. Para isso, eles contavam cada versículo, cada palavra e, mesmo, cada letra de cada livro da Bíblia Hebraica. Eles sabiam qual era o versículo, a palavra e a letra que marcavam o meio de cada livro bíblico e se fossem encontrados três erros numa página de um manuscrito, ele era destruído. Um exemplo, entre muitos, deste caso, é o de um manuscrito de Isaías (1QIsa), que terá sido copiado por volta de 125 a.C.. Apesar dos 1000 anos de distância entre o manuscrito e o texto massorético, é virtualmente idêntico ao texto massorético que está na base das edições modernas da Bíblia Hebraica. Assim, podemos ter a certeza da antiguidade e da fiabilidade do texto do Antigo Testamento que encontramos nas nossas Bíblias modernas.

Quanto ao Novo Testamento, a situação da transmissão textual é igualmente sólida. Mais de 5000 manuscritos em média com menos de 200 anos entre o original e a cópia mais antiga testam esta realidade. Por exemplo, o papiro P52, um fragmento do Evangelho de João, é datado de 130 d.C., sendo que se crê que o dito Evangelho foi escrito por João por volta de 95 d.C.. O papiro P46, constituído pelo texto quase completo de dez Epístolas de Paulo, foi datado do ano 200 d.C., sendo que estas Epístolas foram provavelmente redigidas por Paulo entre os anos 53 e 60 d.C.. Com o enorme número de testemunhas textuais e a antiguidade de muitas delas permitiram aos especialistas em crítica textual reconstruir com grande probabilidade o texto original do Novo Testamento. Assim, podemos estar seguros de que, quando lemos hoje nas nossas Bíblias, estamos a ler a mensagem original inspirada por Deus.


A comprovação arqueológica da Bíblia

Sempre existiram criticas arqueológicas ao texto bíblico. Exemplos como o “Rei David nunca existiu ou era apenas um líder tribal”, ou “Pôncio Pilatos não existiu”, “Erastos como tesoureiro da cidade de Corinto (Romanos 16: 23) é desconhecido” e o cargo “Politarcas” para designar os magistrados perante os quais Paulo tinha comparecido na cidade macedónia de Tessalónica (Atos 17:6) não existe. Mas o tempo passa e o que era duvidoso no passado é hoje uma certeza. Nenhum outro bíblico da Antiguidade tem tanto apoio e credibilidade arqueológica como a Bíblia.